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Implante dentário
Repor um dente perdido começa por entender por que ele foi perdido.
Por que o dente foi perdido importa
Antes de repor, é preciso entender o que levou à perda. Cárie extensa, fratura, doença periodontal e trauma deixam condições diferentes no osso e na gengiva, e cada uma muda o planejamento. Uma perda por doença periodontal, por exemplo, costuma vir acompanhada de redução do osso ao redor, e isso precisa entrar na conta antes de qualquer conduta.
O que a avaliação inclui
Exame clínico, avaliação da mordida e das condições da gengiva, e exame de imagem. A tomografia mostra altura, espessura e qualidade do osso disponível, além da posição de estruturas que precisam ser respeitadas na cirurgia. É essa leitura que define se o implante é possível, onde ele entra e em qual posição.
Como o implante funciona
O implante é um pino de titânio instalado no osso, que assume o papel da raiz do dente perdido. Ao longo das semanas seguintes, o osso se integra à superfície do implante, num processo chamado osseointegração. Só depois dessa integração o implante recebe a prótese, que é a parte visível e tem projeto próprio.
Um dente ou vários
Repor um único dente costuma envolver um implante e uma coroa individual, sem desgastar os dentes vizinhos. Quando faltam vários, a distribuição dos implantes é planejada para dividir a carga da mastigação, e nem sempre é necessário um implante para cada dente ausente. O número e a posição saem do planejamento, não de uma regra fixa.
Perguntas frequentes
Quanto tempo leva o tratamento?
Varia por caso. O tempo depende da integração do implante ao osso e da necessidade ou não de preparo prévio, como enxerto. A estimativa para o seu caso é dada na avaliação, depois do exame de imagem.
O procedimento dói?
A cirurgia é feita sob anestesia local e não há dor durante o procedimento. O pós-operatório costuma envolver desconforto e inchaço nos primeiros dias, controlados com a medicação prescrita.
Implante dura para sempre?
O implante não tem prazo definido, mas depende de manutenção. Higiene diária, consultas de acompanhamento e controle de fatores como tabagismo e doença periodontal influenciam diretamente a permanência a longo prazo.
Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação profissional. A indicação, o plano de tratamento e o prognóstico são definidos individualmente após exame clínico.
Toda conduta começa por uma avaliação.
A avaliação define o diagnóstico, a indicação e o plano de tratamento. Nenhuma conduta é definida antes dela.