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TRATAMENTO DA CLÍNICA
Reabilitação oral
Faltando mais de um dente, tratar um de cada vez alonga tudo.
Quando o problema deixa de ser um dente
Faltando um dente, a conduta é local. Faltando vários, ou havendo desgaste generalizado, mordida alterada e próteses antigas mal adaptadas, tratar um elemento de cada vez costuma alongar o tratamento e produzir um resultado que não fecha entre si. A reabilitação oral existe para tratar o conjunto.
O que a avaliação considera
A relação entre as arcadas, a altura da mordida, a condição da gengiva e do osso, os dentes que podem ser preservados e os que não podem, e o que já existe de prótese na boca. Exame clínico, fotografias, moldes de estudo e exame de imagem compõem o diagnóstico.
O plano vem antes do procedimento
Na clínica do Dr. Luis Ricardo Tavares, o plano define a sequência das etapas, o que é feito primeiro e por quê. Implantes, próteses, tratamento de canal e ajustes da mordida podem entrar em ordens diferentes conforme o caso, e essa ordem influencia o resultado tanto quanto a técnica de cada etapa.
Por que a mordida é o eixo
É a mordida que sustenta o resultado ao longo do tempo. Uma reabilitação que devolve dentes sem organizar a forma como as arcadas se encontram tende a sobrecarregar pontos específicos, e a sobrecarga aparece depois em fratura, desgaste e desconforto na articulação.
Perguntas frequentes
Quanto tempo leva uma reabilitação?
Varia conforme o número de etapas e a necessidade de cicatrização entre elas. O cronograma é apresentado no plano de tratamento, depois da avaliação completa.
Precisa fazer tudo de uma vez?
Não. O plano organiza as etapas em sequência, e algumas dependem da conclusão de outras. O que não se recomenda é resolver elementos isolados sem um plano do conjunto.
Dentes que ainda tenho serão mantidos?
Sempre que houver estrutura e suporte suficientes. A avaliação define quais podem ser preservados, quais precisam de tratamento antes e quais não têm condição de permanecer.
Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação profissional. A indicação, o plano de tratamento e o prognóstico são definidos individualmente após exame clínico.
Toda conduta começa por uma avaliação.
A avaliação define o diagnóstico, a indicação e o plano de tratamento. Nenhuma conduta é definida antes dela.